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Cerca de 300 carros recebem placa padrão Mercosul por mês

Cerca de 300 carros recebem placa padrão Mercosul por mês

Desde o dia 18 de dezembro de 2018 as placas padrão Mercosul entraram em vigor no Estado. Sem informar o nome da cidade, sem lacre, com cores diferentes, QR code (código de barras), uma letra a mais e um número a menos, além de um custo mais elevado.

No município são feitas por mês 300 vistorias, em média, no Centro de Registro de Veículos Automotores (CRVA).

Segundo o órgão, até o dia 30 de abril, 1.203 veículos novos, seminovos e usados receberam o novo emplacamento.

O procedimento para um emplacamento começa e termina no CRVA. Mediante a apresentação da guia referente às taxas paga, ali é fornecida a autorização para a confecção da placa, que o proprietário do veículo deve levar até uma das empresas estampadoras credenciadas pelo Detran. Uma vez com a placa em mãos, é hora de retornar ao CRVA para a colocação no veículo.

Somente precisa fazer placas Mercosul os compradores de veículos novos, quem transferir seu veículo de município, quem comprar veículo usado, quem mudar seu veículo de categoria (passeio para aluguel, por exemplo), e ainda os casos que exigem substituição, como perda, furto ou avaria. A troca da placa não é necessária para os demais veículos, e não tem data-limite para adotar o novo modelo.

Conforme Zauri Tiaraju Oliveira Medeiros, único estampador credenciado no município, as placas para carro custam R$ 250,00, motocicletas R$ 130,00 e reboques R$ 125,00.

– O pessoal acha caro, mas com o novo modelo minha despesa para realizar o serviço também aumentou. Tenho que pagar até por processamentos de dados. Este é o valor que posso oferecer aos clientes. Se eu pudesse faria mais barato, mas infelizmente o custo para continuar no mercado é alto – disse.

Por Marcelo Marques

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