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2021 já era!

2021 já era!

O segundo semestre já está rodando, e as perspectivas para o final do ano estão cada vez mais claras. Economicamente, 2021 terá resultados melhores do que 2020. Aos poucos, as coisas vão voltando ao normal. A vacinação segue em ritmo crescente, logo todo o mundo estará imunizado e, com isto, a produção e o consumo começam a apresentar sintomas de melhoras. Hoje, a previsão é de que a economia feche com um crescimento de 5,30%; inflação de 6,88%; dólar de R$ 5,10; Selic de 7,25%. Dificilmente, estes números terão alterações significativas, mas claro que alguns décimos para cima ou para baixo podem acontecer. São números bastante diferentes dos iniciais, mas, à medida que o tempo foi decorrendo e a vacinação aumentando, os cenários foram ficando mais positivos. Ano difícil, mas vai acabar bem. Com isto, todas as atenções se voltam para os próximos anos, principalmente para 2022.

 

O que esperar de 2022?

Nesta altura do campeonato, todo mundo está ligado no ano que vem. Claro que ainda existe uma preocupação com o final do ano, principalmente no que se refere ao estoque necessário para enfrentar a demanda, que promete ser intensa. É sabido que os pedidos estão sendo cortados pela metade, e até mesmo há produtos que estão indisponíveis. Mas isto vai ser contornado, fazendo com se venda o que tem e se compre aquilo que for encontrado. Deixando de lado este fim de ano, que deve ser muito bom para todos os setores, as atenções se voltam para o planejamento e as estratégias para os cenários futuros.

 

Produção e renda

Depois do número negativo do PIB de -4,1% no ano passado, a expectativa é de que este termine em 5,30%. Para o ano que vem, é projetado 2,05%, o que parece muito pouco, mas deve ser considerado que a base de comparação é o elevado resultado deste ano. Assim como 2021 foi comparado com uma base negativa, o ano que vem está levando em conta uma base positiva alta, portanto, um crescimento de mais de 2% parece bem robusto. Talvez o número pudesse ser bem maior se inexistisse o descompasso entre oferta e procura de produtos em determinados setores, o que ainda deve continuar no curto prazo. O setor produtivo deverá gerar renda dentro de bons limites, renda que será fortalecida pela continuação de subsídios e auxílios governamentais que estão sendo propostos. O consumo deverá continuar impulsionando a roda da economia, que também será favorecida pelos aspectos externos, uma vez que existem ótimas perspectivas de que a economia mundial seguirá em patamares positivos. Para o seu negócio, é importante descartar números negativos uma vez que o pior já passou. O primeiro cenário a ser projetado seria um de neutralidade, ou seja, semelhante aos últimos registros. Um segundo seria considerar um acréscimo igual ao projetado para o semestre. E um terceiro, de acordo com suas disponibilidades financeiras e de produção, apostar num crescimento mais elevado no que se refere à produção e receita. Dado positivo para o ano de 2022 é que será ano eleitoral, e sempre quando isto acontece, mais recursos são colocados no mercado e o que incentiva o consumo e, consequentemente, a produção. As perspectivas são favoráveis para o ano que vem. É hora de ir se programando para investir!

 

Inflação

Hoje, os índices de inflação estão bastante elevados, e o IPCA deve fechar o ano em torno de 6,88%. Para o ano que vem, o mercado projeta índices em torno de 3,84%, com redução praticamente da metade. É esperado que o preço das commodities diminua o ritmo de crescimento, e o descompasso entre oferta e demanda de produtos fique menor. Outro dado importante é que os números deste ano ainda estão contaminados pelos altos resultados do ano passado, o que vai ser desconsiderado no período futuro. Por outro lado, a intervenção do governo elevando a taxa Selic vai colocar água na fervura do caldeirão dos preços, diminuindo a inflação. O juro do próximo ano deve ser o mesmo deste, ou seja, 7,25%, o que indica que a batalha contra a inflação vai continuar. A inflação de 2022 deve se acomodar em torno da média.

 

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