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Crianças, nossa alegria e esperança

Crianças, nossa alegria e esperança

Nossos pequenos não veem a hora de receber o Papai Noel, ou melhor, os seus presentes.

Neste mês, que lembra o Menino Jesus no seu bercinho de palha, louvo as crianças que nos renovam a fé na humanidade e a esperança de dias melhores. Sua inocência, o gosto pelos brinquedos e a capacidade de acreditar nos adultos e não se preocuparem com o que virá. Mas também minha saudação aos menos afortunados, que de Natal só esperam o que lhes mitigue a fome, porém ainda ousam sonhar com uma vida melhor, de fartura de pão e de afeto.

As lições do Presépio nos recomendam ser simples e puros como as crianças, que amam incondicionalmente, entretendo-se com tudo que a vida lhes oferece de graça: a luz do sol, as flores, os animais, as pessoas que as cuidam. Sem discriminações nem preconceitos que a vida em sociedade nos inculca.

O Natal cada vez mais próximo – espanto-me com minha agenda nas páginas derradeiras –, muito bom seria deixar de lado tanta preocupação com os preparativos da festa para uns momentos de não fazer nada, só meditar, observar o que se passa com as pessoas – se estão precisando de nosso apoio – e impregnar-nos do sentido deste mistério divino, que nos garantiu a salvação. Que lições lindas o Nazareno nos deixou em sua vida terrena! Não só em palavras, mas também em gestos e atitudes diante da hipocrisia, da opressão sobre os humildes, da desvalorização da mulher e dos pobres! Ele falou em Amor, Perdão, Igualdade, não discriminando etnias, governos, povo, pois todos somos filhos do mesmo Pai.

Em nome dessa doutrina do amor, desejo a todos um Natal bem prazeroso e abençoado, cercado de seus afetos e repartindo com os seus semelhantes o que lhes sobra, e a eles falta.

E às crianças em geral, e da minha família em particular, que seu coraçãozinho esteja preparado para saudar o Menino Jesus, ofertando às que não têm brinquedos alguma coisa sua, até bem querida, mas que sobra no seu quarto tão repleto de entretenimentos.

Aos bebês que nasceram neste ano – só na minha família foram quatro –, que seu Natal tenha o gosto das frutas mais doces, com o carinho dos pais, tios, avós e primos e de algumas bisavós também que não fecham a boca de tão felizes.

A eles, Maria Augusta, Lorenzo, Amélia e Mathias, que acompanhamos em fotos e vídeos diariamente, que continuem a iluminar nossos dias com suas gracinhas, a deixar-nos boquiabertos com seu desenvolvimento e a cada dia novos aprendizados.

Minha netinha querida, Maria Eduarda, que desde início de novembro prepara a árvore e o Presépio, que acolhas o Menino Jesus em teu coração cheio de amor para dar e receber, e que tuas cartas ao Papai Noel sejam plenamente atendidas.

Feliz Natal! Com as bênçãos de Deus, muita saúde, paz e amor. E sem Covid-19, mas com todos os cuidados, e que não faltem vacinas.

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