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Esse filme, eu já vi

Esse filme, eu já vi

Minhas desculpas aos novidadeiros, aos que dizem nunca vi tal coisa antes, no meu tempo não era assim, nada disso acontecia. Pois a vida é um ”dejà vu” constante. Pandemias como a atual já aconteceram em outros tempos. Incêndios ou tsunamis destruindo campos e cidades, a fauna e a flora, as lavouras e as criações e deixando populações desabrigadas e famintas também. O coitado do Ló, dos tempos bíblicos, passou por tudo isso. Perdeu mulher, filhos, colheitas, campos, casa, criações e plantações, ficando na completa miséria. Só lhe sobrou a fé, e esta foi a sua redenção.

Ouvindo na Rádio Gaúcha os relatos da situação de Alegrete, que, além da seca prejudicando as plantações e as colheitas, vem sofrendo incêndios nos campos. Matas nativas, criações, suas pastagens e até residências rurais são atingidas com perdas totais.

Quanto à Covid-19, os cuidados sanitários recomendados pelas Organizações da Saúde para evitar a sua propagação repetem as mesmas regras de proteção adotadas há três mil e quinhentos anos em Israel, no tempo da Lepra:

1 – Distância; 2 – Higiene das mãos; 3 – Uso de máscara

Nada de novo, pois, nos reinos da Dinamarca.

A nosso favor, temos a bendita vacina, que, aplicada criteriosa e democraticamente em todo o mundo, será a nossa salvação. Assim, nos protegemos e a todos que nos cercam, os nossos semelhantes que têm o mesmo direito à saúde.

Mas as forças contrárias à vacinação em nosso país estão causando muitos entraves e atrasos. Centenas de crianças já morreram, esperando seu direito à proteção contra a doença.

Além desse flagelo, o nosso clima está sofrendo profundas alterações com o desmatamento, a poluição das águas e todas as medidas absurdas do Governo, que nos trazem essas catastróficas inundações ou secas extremas, o calor que nos sufoca, o aumento da miséria, dos desabrigados, desalojados, famintos e sem esperanças. Um país tão rico de recursos naturais que estão morrendo por medidas eivadas de interesses de quem já tem muito e ainda quer mais.

Onde te encontras, Diógenes, com tua lanterna? Vê se descobres os candidatos ideais para tirar-nos desse caos e dar novos rumos – ou melhor, antigos, mas tomados com responsabilidade e sabedoria – para voltarmos aos trilhos, com novas visões de futuro de paz, igualdade, justiça e humanidade. Que o nosso povo, bem atendido por leis justas, saia das favelas e tenha a vida saudável e feliz a que tem direito. Com saúde, educação, proteção e as mesmas oportunidades de realizações.

Como Ló, confiemos em Deus. Ele é o nosso Pai.

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