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Paz é o desejo da humanidade

Paz é o desejo da humanidade

Diante dos últimos acontecimentos, que nos deixam tristes e angustiados, não posso deixar de escrever sobre a importância da Paz. A humanidade toda foi surpreendida por mais uma guerra! Imaginávamos que a humanidade nunca mais veria outra guerra, apostando que somos todos civilizados e abertos ao diálogo. Aliás, o diálogo sempre é a melhor solução para resolver qualquer problema que seja. Quando sentamos para dialogar com maturidade, é grande a chance de chegarmos a solucionar questões e problemas. A Paz, que é tão importante para o coração da humanidade, passa pelo diálogo maduro e sincero.

A Igreja não pode ficar de braços cruzados, assistindo a guerra acontecer sem se manifestar. Partilho, com alegria, a inciativa do nosso querido Papa Francisco, que se ofereceu para mediar o conflito entre Rússia e Ucrânia algumas horas antes do início das primeiras conversas entre as partes envolvidas na guerra. Fico feliz com a iniciativa do Papa Francisco, que, em nome de Jesus e da Igreja, se coloca como instrumento de Paz.

O Vaticano e quase a totalidade de humanidade estão convencidos de que a única forma razoável e construtiva de resolver as diferenças é o diálogo. Segundo o Papa, toda guerra é uma rendição vergonhosa! Toda guerra deixa o mundo pior do que o encontrou. A guerra é um fracasso da política e da humanidade, uma derrota perante as forças do mal. Deus está com os pacificadores, não com aqueles que usam a violência. Jesus ensinou-nos que, à diabólica insensatez da violência, se responde com as armas de Deus, com a oração e o jejum.

Em sintonia com nosso querido Papa Francisco, iniciamos a quaresma na última quarta-feira, convocando todos os nossos fiéis para um dia de jejum e oração pela paz. Aqui em Caçapava do Sul, nos juntamos espiritualmente com milhões de cristãos do mundo inteiro para, juntos, fazermos ecoar no planeta o apelo pelo fim da vergonhosa guerra e a volta da paz.

É uma vergonha para a humanidade assistir os investimentos bilionários na cultura da morte, ou seja, em armas! Se todos os países investissem esse dinheiro gasto na corrida armamentista em alimentos e oportunidades de trabalho, teríamos um mundo muito melhor. A vida e a dignidade das pessoas devem estar sempre em primeiro lugar! Sejamos promotores da paz e não da violência, da guerra! Que essa quaresma nos leve a olhar para dentro de nós e despertar em nós pensamentos e atitudes pacificadoras. Que Deus tenha misericórdia daqueles que relativizam a vida e, em nome de seus interesses econômicos, fazem guerra. Queremos viver num mundo de Paz! Ela é possível e depende de cada um de nós!

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