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Qual é o seu Brasil?

Qual é o seu Brasil?

Parece incrível, mas existe mais de um país dentro da percepção do povo. De um lado, tem aqueles que lutam para a desestabilização, apreciam e enaltecem os erros, vibram pelo “quanto pior, melhor”, contribuem quase nada para as melhoras, e se aproveitam de mentes menos privilegiadas para fazer seguidores. Em outro lado, tem o pessoal preocupado com a produção, geração de renda, ganho do sustento, zelando pelo emprego e desprezando as fofocas do dia a dia. Tem ainda o lado do Executivo que luta com todas as armas possíveis para governar o país, Estados e municípios, sempre em baixo de uma guerra de críticas e acusações. É neste Brasil que as coisas acontecem! A luta pelo desenvolvimento é um processo lento e difícil, em que nem todos estão imbuídos. Muitas vezes, projetos e ações que seriam de interesse no todo são derrotados em benefício de partes ou setores. É cada vez mais difícil realizar um plano de longo prazo em que a proposta seria cortar privilégios, com investimentos em áreas de alto retorno, gerando emprego e renda, com metas definidas para uma década. As forças que sufocam este processo são muito fortes e combatem tudo aquilo que pode vir para melhorar o todo, porque, para eles, isto engrandeceria aqueles que estão no poder. É assim que este país vai vivendo o dia a dia, com momentos de crescimento e outros de estagnação e crise. Onde você se enquadra? Você é daqueles que participa do setor produtivo e trabalha pelo seu crescimento e também do país? Será que você é daqueles que pensa no negativo, procura alienar mentes para luta pelo caos? Quem sabe você esta no poder tentando construir algo de positivo e sofre forte oposição e criticas? Se todos torcessem e trabalhassem pelo país, com certeza os rumos do desenvolvimento seriam mais fáceis de serem seguidos.

 

Mudanças na imprensa

Tempos atrás, o Brasil podia assistir o que era feito pelos governos, obras, viagens, o dia a dia do Executivo. Hoje, inexiste um acompanhamento dos movimentos do Executivo. Será que vocês sabem por que isto deixou de acontecer? É que o governo deixou de pagar a mídia para este tipo de serviço, e aí nada aparece. Quando são reportados alguns fatos, são escolhidos momentos e ações que desmerecem as autoridades. Algumas informações chegam pela mídia alternativa, que está crescendo a todo instante. Outra grande mudança foi em relação às reportagens com externas. Era visto diariamente os repórteres buscando as informações e realizando entrevistas no meio do povo. Hoje, isto deixou de acontecer. Eles ficam nos estúdios, fazem entrevistas isoladas, bem longe de mais pessoas. Sabem por que isto acontece? É que ninguém mais está aceitando o posicionamento atual da imprensa, onde é visto somente o lado negativo dos momentos. Quando alguns têm a coragem de ouvir pessoas, são insultados e indagados sobre o porquê dos seus posicionamentos. Há poucos dias, na CNN, um ancora das 18h afirmou que “repórter que não incomoda o governo não é repórter”. Na verdade, eles estão aí para incomodar e sem a preocupação de informar. Hoje, a profissão de repórter esta bastante difícil e perigosa!

 

O PIB e a felicidade

Numa primeira olhada, fica difícil perceber a relação entre o Produto Interno Bruto (PIB) de um país e a felicidade. Mas ela existe, e de forma muito acentuada. Vários estudos sobre a importância da felicidade estão à disposição, e alguns afirmam que a felicidade é um sentimento individual, mas o Estado pode e deve ajudar na sua busca. Segundo eles, de nada adianta investir em obras grandiosas, prometer céus e apostar numa politica econômica forte se isto for incapaz de aumentar a sensação de bem-estar da população. Aqui no Brasil, existe uma Proposta de Emenda Constitucional, que ficou conhecida como a PEC da Felicidade, que visa incluir na Constituição Federal o direito à busca da felicidade. No Reino Unido, foi feita uma consulta pública para embasar uma pesquisa capaz de mostrar o grau de felicidade dos britânicos. A ideia é, no futuro, chegar a um índice trimestral da felicidade, que será divulgado juntamente com o resultado do PIB. Nas empresas, já existem profissionais especializados que buscam fazer com que os colaboradores sejam cada vez mais felizes, porque isto aumenta sua produtividade. O mais importante é que o cérebro humano pode ser treinado para a felicidade. Já existe vasta bibliografia a este respeito. Indico o livro A ciência da felicidade, de Luiz Gaziri. Uma leitura agradável e estimulante.

 

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