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Agptea realiza visitas às escolas agrícolas

Agptea realiza visitas às escolas agrícolas

Entidade também visitou atividades relacionadas à agricultura familiar e busca fomentar investimentos na região

 

A Associação Gaúcha de Professores Técnicos de Ensino Agrícola (Agptea) realizou um roteiro de visita às escolas agrícolas e a instituições parceiras. A viagem teve início em Caçapava, na Escola Técnica Estadual Dr. Rubens da Rosa Guedes (ETERRG), onde ocorreram conversas com os professores e foi possível vivenciar as atividades realizadas pela instituição de ensino.

Na sequência, foi a vez da Escola Estadual de Educação Profissional Dom Pedrito, em Dom Pedrito. Nesta oportunidade, além de dialogar com os associados da Agptea e de divulgar as ações da entidade, o presidente da Associação, Fritz Roloff, participou de um Seminário de Educação. Roloff falou sobre a nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e os impactos do Novo Ensino Médio na Educação Profissional. Segundo ele, as atividades depois se desenrolaram com ênfase na relação professor/aluno, no sentido de que seja possível fazer frente a esta “desconstrução” do processo pedagógico. Também foram palestrantes Ana Paula Bálsamo, Eloí Flores, Juliana Brizola e Aniara Machado.

A viagem teve seguimento até Minas do Camaquã, onde foram visitadas atividades ligadas à agricultura familiar, especialmente a produção de hortaliças em uma pequena propriedade de 2 hectares. “Neste local, uma família mostra que é possível  exercer a agricultura familiar em pequena propriedade e gerar boa renda, desde que as pessoas se qualifiquem, busquem o conhecimento e tentem incorporar novas tecnologias”, afirmou Roloff.

Conforme o presidente da Agptea, a Associação tem interesse também em fomentar investimentos em Minas do Camaquã, porque reconhece um potencial verdadeiro, “não só de turismo, mas também de apoio aos associados da região”. Roloff destaca que muitos cursos teriam grande valia lá. “A qualificação profissional é muito necessária, pois, naquela área, surge o novo nicho de produção agrícola que são as oliveiras, a noz-pecã e as videiras”, salientou, colocando que a meta da entidade é estudar também formas de apoiar mais cursos de qualificação profissional naquela região.

 

Texto: Rejane Costa/AgroEffective – adaptado
Foto: Paulo Benites/Divulgação

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