Secretária de Saúde, Inês Sales (dir) e Adjunta Geni Oliveira


A Secretaria de Saúde está transportando em média 30 pacientes por dia para tratamento médico nos municípios de Agudo, Canoas Cachoeira, Encruzilhada, Faxinal do Soturno, Lajeado, Porto Alegre, Portão e Santa Cruz.

Segundo a secretária de Saúde, Inês Sales, são pacientes que há anos fazem tratamento médico com os mesmos profissionais, casos de urgência e consultas agendadas pela Regulação Estadual e Consórcio Regional de Saúde nas áreas de otorrinolaringologia, traumatologia/urgência, hemodiálise, oncologia, neurologia, mamografia, prótese auditiva e hemato-oncologia.

– O transporte é feito por veículos da Prefeitura e terceirizados. Hoje (dia 10) foram transportadas 107 pacientes. No entanto, a média diária é de 30 pessoas. A grande maioria se trata há tempos com os médicos e não pode haver mudança para não prejudicar o tratamento – ressaltou Inês.

O município de Cachoeira é o que mais recebe os caçapavanos. Desde o começo de julho, os pacientes têm que enfrentar outro obstáculo para garantir o atendimento médico. Com o bloqueio da Ponte do Fandango (BR 153), os carros, vans, micro-ônibus e ambulâncias do transporte de pacientes têm que fazer a travessia de balsa no rio Jacuí.


Veículos da saúde têm prioridade e não pagam pela travessia de balsa
Foto: Prefeitura de Cachoeira/Divulgação

– Os serviços de saúde têm prioridade e não pagam para fazer a travessia. Os veículos demoram em média 10 minutos para passar, o que causa um pequeno transtorno, mas é por 90 dias, foi o prazo que nos informaram – disse a secretária.

A ponte está em reforma desde fevereiro. Para que as obras sejam concluídas, precisa ficar fechada por três meses. Segundo o DNIT, o custo da obra é de mais de R$ 8 milhões e a expectativa é de que fique pronta em novembro.

Por Marcelo Marques