O projeto de lei que concede reposição salarial aos servidores públicos municipais e professores de 6,81%, divididos em duas parcelas foi votado na Câmara de Vereadores na segunda-feira, dia 19.

Em Sessão Extraordinária, convocada pelo prefeito Giovani Amestoy, os vereadores aprovaram por unanimidade o reajuste, que será pago da seguinte maneira: 2,06% em fevereiro e 4,75% em julho. O projeto também concede aumento no vale refeição dos servidores em 5%, o que corresponde a R$ 300,00.

A Sessão também foi marcada por críticas ao governo, que enviou o projeto para ser votado dias antes de rodar a folha de pagamento e parcelado, principalmente dos professores que recebem o Piso Nacional e o seu reajuste já está sendo pago pelo Governo Federal desde janeiro, através da reposição do Fundeb.

A Comissão representativa da Câmara no recesso debateu o projeto desde sexta-feira, dia 16, com os dois sindicatos e com a Prefeitura, foram feitas adequações no texto do projeto para a votação, como o período base da reposição dos 4,75% e a inclusão dos Cargos em Comissão e FGs no reajuste somente da inflação, sem ganho real em julho.

Com o projeto ajustado, os dois Sindicatos deram parecer favorável ao projeto, respaldando a Câmara para votação. Mesmo concordando com o projeto, o Sindicato dos Professores mostrou insatisfação com o Executivo pelo parcelamento do Piso Nacional dos Professores. O Fundeb foi reajustado pelo Governo Federal em janeiro e eles irão perder cinco meses de aumento, além de reivindicar os 4% que ficaram de 2017.

O Sindicato dos professores informou ainda, que pretende cobrar os 4% do ano passado e irá se manifestar como forma de repúdio por este parcelamento no início do ano letivo.

O projeto segue agora para sanção do Prefeito em exercício Luiz Carlos Guglielmin, para ser colocado na folha de fevereiro dos funcionários.

Com informações da Imprensa da Câmara