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Aos pedaços: segunda parte

Aos pedaços: segunda parte
  1. Esclarecendo

Aconteceu, em 19 de janeiro de 2022, a inauguração do novo Fórum da justiça de primeira instância de Caçapava do Sul. Esse processo iniciou em 2011, quando eu era prefeito, o Dr. Raul Torres exercia a presidência do CONSEPRO e integrava a procuradoria do município, e o Dr. Aldo Azevedo era o presidente da OAB local.

Recebi, em 30 de agosto de 2011, o Oficio nº 104/2011-DF, assinado pelo Sr. Jaime Freitas da Silva, juiz de direito diretor do Foro da Comarca de Caçapava do Sul, solicitando a doação de um terreno compatível com o projeto existente, para ser iniciada a construção, pelo Tribunal de Justiça do Estado. Aquiesci sem titubear e, ainda na mesma data, diante de tão importante empreendimento que beneficiaria nossa cidade, o despachei com pedido de urgência.

Coube ao Dr. Raul procurar contato com a família Lang, proprietária do terreno existente ao lado da antiga fábrica de calçados, nunca concluída, que me pareceu ideal para o fim a que se destinava: servida por avenida pavimentada, de fácil acesso e local alto e seco para a edificação.

O Sr. Ricardo Lang, representante da sucessão Frida Elizabeth Eigner Lang, compareceu ao gabinete do prefeito e, em atitude de desprendimento e boa vontade, aquiesceu ao nosso preito e estipulou um preço simbólico de R$100.000,00 (cem mil reais) para ceder tal área ao município, que o doaria, conforme solicitado.

Prosseguiram os trâmites legais burocráticos, e determinei que tal valor constasse em rubrica própria no orçamento municipal de 2013, quando foi pago.

Nem eu, nem o Dr. Raul Pinto Torres fomos convidados para a inauguração, mas outros pais teve a criança.

 

  1. Ômicron

Agora se afrouxou o covarde vírus asiático. Acovardou-se abaixo de agulhadas e virou uma gripezinha qualquer. Ainda incomoda, mas já está esperneando ao ver a corvada no galho do pau, esperando para arrancar seus olhos bandidos. O país se recupera na economia, e os empregos voltaram a crescer. Só falta reduzirem os preços dos combustíveis e do gás de cozinha. O Auxílio Brasil de quatrocentos mangos, agora, é permanente para quem está inscrito no Bolsa Família, e o povo já dá uma respirada diante de tantas incertezas.

 

  1. Vacinas

Recordo muito bem de quando inventaram a vacina antigripal. Espalharam para a população que a verdadeira intensão daquela inovação na saúde era reduzir a população de idosos para diminuir os gastos em saúde e aposentadorias. Minha mãe me questionou sobre o boato de que aquela vacina era para matar a velharada aposentada.

Agora, esse papo ressurgiu pelo mundo todo com os questionamentos dos ditos negacionistas sobre a eficácia e a pureza das vacinas contra o corona: América, Europa etc. Somente os africanos ainda estão longe de completarem a vacinação em massa da população. Se fosse no Brasil, diriam que era racismo ou homofobia por parte dos governantes de plantão.

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