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Menos 240 vagas é o que representa a obra inacabada

Menos 240 vagas é o que representa a obra inacabada

Menos 240 vagas na Educação infantil é o que representa a obra inacabada da Creche da Vila Henriques iniciada em 2009 e que está paralisada desde o início do ano. O Ministério da Educação exigiu que a Prefeitura solucione cerca de 31 irregularidades que ocorreram na construção executada pelos três últimos governos. Entre os problemas mais graves, está a infiltração da água da chuva nas salas de aula.

Conforme o Secretário de Planejamento Flávio Monteiro, uma equipe da Secretaria de Educação está trabalhando na busca de documentos referentes a execução da obra, exigidos pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento Educacional (FNDE).

– O governo está trabalhando na elaboração da prestação de contas ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Educacional (FNDE). Não podemos dar andamento na obra por questões burocráticas. O Diretor de Gestão Articulação e Projetos Educacionais do Ministério da Educação Leandro José Franco Damy está constantemente solicitando o envio de documentos referente ao projeto para liberação dos recursos que estão bloqueados– disse.

A NOVELA
No início do ano a nova administração municipal fez uma visita ao local. Na época, o governo anterior disse ter repassado a obra faltando apenas 10% para conclusão. No entanto, os servidores públicos responsáveis pela execução do serviço disseram que faltava em torno de 30% para a conclusão da creche.

VISTORIA
Nesta semana seis vereadores estiveram visitando as obras da creche da Vila Henriques, e constataram que estavam paralisados. Ainda ficaram sabendo que apenas a noite um vigilante cuida do prédio.
Preocupados com a situação, os vereadores do PP e PMDB apresentaram requerimento solicitando o retorno dos funcionários para terminar a obra.

– Sabemos das inconformidades. Se o local tiver abandonado os erros nunca serão corrigidas, por tanto, pedimos que a turma volte.

Acredito que em seis meses possa ser entregue a creche, utilizando recursos próprios para as correções até que seja desbloqueado o dinheiro do convênio – disse Marquinho Vivian.

Marcelo Marques / Gazeta de Caçapava
03.06.2017

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