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E OS GAFANHOTOS?

E OS GAFANHOTOS?

Mais uma praga estava para acontecer no nosso Estado: a nuvem de gafanhotos já se encontrava a cento e cinquenta quilômetros de nossas fronteiras, vindo da Argentina. Um flagelo que os menores de cinquenta anos felizmente não conheceram.  Lembro os campos invadidos, as plantações,  lavouras e pomares que rapidamente eram devorados por esses animaizinhos tão pequenos de tamanho, mas que em nuvens arruinavam o trabalho suado dos bravos homens do campo.  Não sobravam nem as galinhas que por muito tempo depois não podiam ser consumidas. Seus ovos e até sua carne ficavam com o cheiro e o gosto desses bandidinhos.

Mas, dessa vez, nossa Secretaria da Agricultura e demais setores afins estavam preparados. Eles seriam surpreendidos por bombardeios ininterruptos de agrotóxicos  e finalmente dizimados.

Não foi preciso, pois nosso santo protetor,  S. Pedro, antecipou-se mandando chuvas copiosas e muito frio.  E os gafanhotos ordenaram a retirada, ou melhor, nem chegaram à invasão.

Oxalá o mesmo acontecesse com a pandemia em nosso país. Que tivesse líderes confiáveis e esclarecidos dando  a necessária atenção e importância a esse flagelo que está matando tanta gente  de todas as idades, classes, raças e cores.  Em primeiro lugar, que recolocasse no Ministério da Saúde aquele cujo desempenho foi amplamente elogiado na O.M.S.  pelas medidas certas. Elas diminuiriam os contágios e proveriam os Hospitais e agentes de saúde dos equipamentos adequados ao tratamento da doença. Sobrariam leitos para os casos mais sérios, promovendo maior número de recuperados.

Não é o que está acontecendo, a começar pelo mau exemplo de nosso Presidente ignorando distanciamento social, máscaras e vetando seu uso obrigatório em setores de risco.

Eis que a Covid19 atingiu Bolsonaro. Desejamos sua recuperação, mas que, sentindo na pele esse vírus cruel , ele se acorde para a realidade de nosso país, pense nos pobres e desamparados que não contam com tratamentos iguais aos seus, que perdem seus entes queridos, aumentando a cada dia o número de óbitos. Que nos tira o sono de preocupação por nossos queridos, com medo que sejam atingidos por esse terrível mal.

Que Deus, Maria Santíssima, Anjos e Santos dos céus nos protejam e acabem com esse flagelo nunca antes visto.  Amém.

                                                               Anna Zoé Cavalheiro

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